Olá! Sejam bem vindos!

domingo, 19 de junho de 2011

Judaísmo


A história dos judeus, livros sagrados, símbolos e rituais da religião judaica, festas religiosas
torá, livro sagrado dos judeus
Torá: livro sagrado do judaísmo


O judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta a aparecer na história. Tem como crença principal a existência de apenas um Deus, o criador de tudo. Para os judeus, Deus fez um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido e prometendo-lhes a terra prometida.
Atualmente a fé judaica é praticada em várias regiões do mundo, porém é no estado de Israel que se concentra um grande número de praticantes.
Conhecendo a história do povo judeu 
A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 a.C, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.
Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo. 
Em 721 a.C começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.
No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.
Os livros sagrados dos judeus 
A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários. 
Rituais e símbolos judaicos 
Os cultos judaicos são realizados num templo chamado de sinagoga e são comandados por um sacerdote conhecido por rabino. O símbolo sagrado do judaísmo é o memorá, candelabro com sete braços.
Memorá : candelabro sagrado
Entre os rituais, podemos citar a circuncisão dos meninos ( aos 8 dias de vida ) e o Bar Mitzvah que representa a iniciação na vida adulta para os meninos e a Bat Mitzvah para as meninas ( aos 12 anos de idade ).
Os homens judeus usam a kippa, pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.
Nas sinagogas, existe uma arca, que representa a ligação entre Deus e o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá.
As Festas Judaicas 
As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:
Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.
Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.
Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.
Rosh Hashaná - é comemorado o  Ano-Novo judaico.
Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.
Sucót -  refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.
Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.
Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/judaismo/

Legalização das drogas será solução para nosso país?

Liana Herculano [ Liana Herculano ]  Formada como missionária pelo curso da Escola de Treinamento e Discipulado (ETED) na Instituição Internacional e Interdenominacional Jovens Com Uma Missão (JOCUM)
 


Acabar com o tráfico de drogas pode até ser, mas e os outros tipos de tráficos? A solução agora será permitir tudo que era proibido para ter uma dor de cabeça a menos? Alguém já pensou que isso pode gerar um problema social muito maior? Se fosse assim a cerveja e outras bebibas alcoolicas por serem permitida sua venda no mercado livre, não teríamos tantos problemas com acidentes de trânsito e violência domésticas de homens alcoolizados que espancam suas companheiras e filhos, as vezes causando mortes. Penso que a solução para o combate a todo tipo de drogas seja a educação em casa e nas escolas, bombardear as crianças e jovens com o máximo de informações possíveis sobre esse assunto explicando bem os efeitos nocivos que trazem para si, destruindo famílias e a base econômica da sociedade. Deus, cultura, informação é a cura para uma sociedade doente mentalmente, espiritualmente e fisicamente.
Veja como o uso da maconha é encarado em alguns países.
A maconha foi criminalizada em quase todo o mundo no começo do século 20. Na Grã Bretanha, a cannabis foi proibida em 1928 devido a convenção nacional do ópio que foi acordado em Genebra, Suíça em 1925.
Estados unidos
Nos Estados Unidos, devido ao fracasso da Lei Seca, que aumentou exponencialmente a criminalidade do país, em 12 de agosto de 1930 foi criado o "Federal Bureau of Narcotics" sob direção de Harry J. Ansliger. Este departamento criou leis para penalizar o transporte, uso, cultivo e posse da planta. Uma destas leis foi a "Marihuana Tax Act" em 1937. Esta não estava dirigida ao uso medicinal da planta, mas sim ao seu uso recreativo. Mas esta lei não obteve sucesso devido à grande burocracia para se conseguir a documentação necessária para que um médico ideliza-se o uso em seus pacientes.
Espanha
Em 14 de novembro de 2006, na Espanha, a Izquierda Unida[1] propôs uma modificação na Lei José Luis Corcuera (Lei Orgánica 1/92 de 21 de fevereiro, de protección de la seguridad ciudadana), no qual é aberto uma discussão em determinados casos, ao invés da punição arbitrária.
Brasil
A campanha pela legalização da cânabis ganhou força a partir das décadas de 1980 e 1990, notadamente apoiada por artistas e políticos liberais. No Brasil, foi uma das bandeiras do político Fernando Gabeira[2], que tentou implementar o cultivo do cânhamo para fins industriais.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que é membro da Comissão Latino-americana de Drogas e Democracia, apoia a descriminalização da posse de pequenas quantidades para uso pessoal da maconha e afirma que a repressão como é feita resulta num aumento de violência e consumo. Mesmo assim, defende que devem-se criar mecanismos que desestimulem o uso das drogas.
Em 2010, Bo Mathiasen, representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) afirmou que a descriminalização não reduziria a força do crime organizado, pois este não existe em função da droga.
No Brasil, não existe mais a pena de prisão ou reclusão para o consumo, armazenamento ou posse de pequena quantidade de drogas para uso pessoal, inclusive maconha. Também não há pena de prisão para quem "para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância" capaz de causar dependência (inclusive a cannabis sativa). O artigo 28 da lei nº 11.343/2006, de 23 de agosto de 2006 prevê novas penas para os usuários de drogas. As penas previstas são:
• Advertência sobre os efeitos das drogas;
• Prestação de serviços à comunidade ou
• Medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.
A mesma lei (artigo 28, § 2º) estabelece o critério para o juiz avaliar se uma quantidade se destina ao consumo ou não. O juiz deve considerar os seguintes fatores: o tipo de droga (natureza), a quantidade apreendida, o local e as condições envolvidas na apreensão, as circunstâncias pessoais e sociais, a conduta e os antecedentes do usuário. Apesar do critério ser subjetivo e depender da interpretação do juiz, não há dúvida de que um ou dois cigarros de maconha, por exemplo, representam uma quantidade destinada ao consumo pessoal.
Portugal
O consumo pessoal de cannabis é limitada a 2,5 gramas por dia, e meia grama de hashish por dia. Não se pode portar mais de 10 doses diárias, caso contrário, é configurado um tráfico de drogas.
O uso da cânabis em Portugal foi descriminalizado a 6 de julho de 2000, em uma lei aprovada pelo Parlamento do país. Até a lei ser aprovada, os usuários podiam ser condenados a penas de mais de 1 ano de prisão. Espanha e Itália foram os dois países europeus a legalizar o uso da maconha antes de Portugal.
Outros países
Hoje em dia a cânabis é descriminalizada em alguns países, como os Países Baixos ou o Canadá, neste último apenas para uso medicinal, pois adotam políticas de tolerância em relação aos usuários, os quais não são presos. Além desses, outros países apoiam o seu uso medicinal, tendo em vista os efeitos terapêuticos da planta.
O uso da maconha é popular na Jamaica, onde é conhecida como "ganja". Apesar de ser ilegal a sua venda, movimentos religiosos como o dos rastafáris atribuem a ela poderes divinos. Alguns estabelecimentos foram fechados nos Países Baixos e principalmente na Dinamarca em 2004. A simples posse de maconha causa prisão em alguns países da Ásia Oriental, onde a venda da maconha pode levar a um período de prisão perpétua ou mesmo pena de morte.

Fontes de pesquisa: Site Wikipédia
http://www.gostodeler.com.br/materia/15714/Legaliza%C3%A7%C3%A3o%20das%20drogas%20ser%C3%A1%20solu%C3%A7%C3%A3o%20para%20nosso%20pa%C3%ADs?.html

Brasil, mostra a sua cara!

Elizabeth Costa [ Elizabeth Costa ]  Sou estudante de Jornalismo e Apaixonada por teologia.
 
     Você já viu um judeu abraçar um mulçumano? Ou um protestante falar sobre a Bíblia com um espiríta?
     No Brasil se isso ocorresse seria a situação mais normal do mundo já que no país as pessoas são tolerantes quanto a religião do próximo, sabem (a maioria da população) que religião não é caráter tão pouco prejudica uma amizade.
     A maioria da população é católica ou se diz católica, embora alguns espíritas e pessoas da religião afro-brasileira também se dizem católicos. Conforme dados do IBGE a religião protestante também está crescendo com o passar dos anos.
     Os brasileiros são tão sociáveis que as guerras em outros lugares do mundo, só fazem aumentar esse laço de amizade entre as religiões que são tão diferentes. Alguns especialistas afirmam que as boas energias se concentram no Brasil que nenhum outro lugar consegue ter essa energia.
     Quando se acredita em Deus não depende mais qual religião você segue o que importa é ter caráter e personalidade, no nosso país todos podem ser aquilo que querem ser ou que o coração mandar ser, pois no mundo inteiro só o brasileiro sabe o quanto é importante ser brasileiro e ser tão amável.
Amem o próximo.

Fonte: http://www.gostodeler.com.br/materia/2488/brasil_mostra_a_sua_cara.html

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Suicídio, uma reflexão necessária


Renascer no paraíso fora da Terra. Com esse ideal em mente os 39 membros da seita Heaven"s Gate (Portão do Paraíso), cometeram o maior suicídio coletivo da história dos Estados. Em 1978, na Guiana o pastor americano Jim Jones induziu membros da sua igreja tomarem juntos o fatídico suco de abacaxi repleto de cianureto e mais de novecentas pessoas desencarnaram tragicamente.
Em março de l996, em Venâncio Aires, cidade gaúcha de 55 mil habitantes, ganhou notoriedade por um número assustador. A cidade foi a recordista mundial de suicídios. Em janeiro, na Estância Cerrito, a 65 km de Itaqui, no Rio Grande do Sul, Manoel Antônio Sarmanho Vargas, o último filho vivo do ex-presidente Getúlio Vargas, também resolveu pôr termo à vida exatamente como fez o pai, desferindo um tiro no próprio peito. No ano de l996, Margaux Hemingway, famosa atriz de Hollywood, neta do escritor americano Ernest Hemingway, suicidou-se em sua mansão nos mesmos moldes que o avô.Pesquisas realizadas em Nova Iorque, por especialistas do jornal Washington Post, revelaram que morrem no mundo 85 milhões de pessoas por ano, isto é: 7 milhões por mês, 240 mil por dia, 10 mil por hora ou, ainda, 165 por minuto e o índice de morte por suicídio e loucura, nesse contexto, era tão assustador e tão elevado quanto o câncer e da arteriosclerose - um verdadeiro flagelo mundial.
E são exatamente nos países ricos, em que a ambição e o materialismo se acentuam, onde sobressaem os preconceitos que o número de óbitos por suicídios é maior.A França enfrentou uma onda assustadora de autocídios em fevereiro p.p. que superou as mortes provocadas por acidentes de trânsito e pela AIDS, por isso, organizaram o chamado Dia Nacional de Prevenção do Suicídio. Nesse país o consumo de hipnóticos e tranqüilizantes aumentou em mais de 200 % de uma década para cá. .Atualmente se ingere por ano na pátria de Victor Hugo mais de 75 comprimidos de bezoadiazepina (sonorífero) por pessoa.Sob o ponto de vista médico e considerada a doença do século XX, responsável por muitos suicídios, a depressão tem preocupado os especialistas.
Os psiquiatras estimam que de cada grupo de 100 pessoas 15 tem a probabilidade de desenvolver a depressão. Isso corresponde a aproximadamente 700 milhões de deprimidos na Terra. Patologia essa causada por um distúrbio psicológico com a alteração na produção de substâncias chamadas neurotransmissoras cerebrais como a serotonina, dopamina, noradrenalina etc...Sob a ótica sociológica o escritor francês Albert Camus no seu livro intitulado O Mito de Sísifo defende a tese que só existe um problema filosófico realmente grave: o suicídio - Julgar se a vida vale ou não a pena ser vivida é responder a questão de filosofia.
Que o confirmem os famigerados escritores Artur Shopenhauer na sua pessimista obra As Dores do Mundo, que induz o leitor incauto ao suicídio, e Friederich Nietzsche que afirma em seu livro Assim Falava Zaratustra que orar é vergonhoso.Emille Durkhein, considerado o Pai da Moderna Sociologia é um dos maiores pesquisadores das teses suicidógenas, afirma que a culpa maior para uma pessoa cometer um ato tão extremo, de vencer ao próprio instinto de conservação é da sociedade que é a grande pressionadora para o homem se matar - é o ser psicológico sendo abatido pelo ser social.
A questão 949 do Livro dos Espíritos esclarece a questão quando afirma ser o suicídio resultado da ociosidade, da falta de fé, e geralmente da saciedade. Quando forem abolidos os preconceitos na sociedade não haverá mais suicídios.A idéia simples que insiste muito à fascinação estonteante, contínua até a subjugação tem levado muito ao suicídio. Emmanuel ensina que o suicídio é como alguém que pula no escuro sobre um precipício de brasas. Após o ato sobrevém ao infeliz a sede, a fome, o frio, o cansaço, a insônia, os irresistíveis desejos carnais , a promiscuidade e as tempestades com constantes inundações de lamas fétidas.E pura cegueira acharmos que a nossa dor seja maior que a do próximo, há pessoas que sofrem situações muito mais cruéis que a nossa. além do que o avanço tecnológico impõe hoje dar-se valor às coisas sem valor, onde o indivíduo cede ao impacto do contágio social.
Adiar dívida significa reencontrá-la mais tarde com juros somados com cobrança sem moratória. Na questão 920 do L dos Espíritos ainda aprendemos que a vida na Terra foi dada como prova e expiação e depende do próprio homem lutar com unhas e dentes para ser feliz o quanto puder amenizando as suas dores com amor.
Fonte: http://www.gostodeler.com.br/materia/15531/Suic%C3%ADdio,%20uma%20reflex%C3%A3o%20necess%C3%A1ria.html

Os supertalentos e a reencarnação

Temos visto crianças e jovens portando patrimônio moral e intelectivo que seria impossível terem sido adquiridos em um período de tempo de apenas uma existência física. É o caso do argentino Kouichi Cruz, nascido em Bahia Blanca, na província de Buenos Aires. Com apenas 13 anos de idade, é o aluno mais jovem da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de Córdoba. Ele estudará, simultaneamente, engenharia informática e ciências econômicas na mesma universidade. O reitor, Daniel Barraco, afirmou que é a primeira vez que um menino de 13 anos está entre os universitários dessa carreira. Como temos observado, a imprensa tem noticiado fatos dessa natureza com uma freqüência impressionante.
 Eventos de crianças precoces sempre despertaram a atenção dos estudiosos. Muitos cientistas atribuem esse fenômeno natural a “milagres biogenéticos”. Será que pela genética conseguimos explicar os admiráveis fatos de crianças precoces, "superdotadas", verdadeiros virtuoses da música, da pintura artística, das ciências etc. Diríamos que isso depende do organismo? Essa seria uma doutrina monstruosa e torpe. O homem não seria mais que uma máquina, joguete da matéria.
 Atribuir tais fenômenos a uma ocasional regalia genética é, no mínimo, extravagante. Admitamos ao contrário a reencarnação, ou seja, uma sucessão de existências anteriores progressivas e tudo estará aclarado, conforme a Justiça Divina. Deste modo, deduzimos que nas pré-existências (reencarnações) forjam-se os gênios-mirins.
Sem a pluralidade existências não há como se conceber o progresso humano. Há o caso do “jovem Maiko Silva Pinheiro que lia qualquer livro, sem dificuldade alguma, aos 4 anos; que aprendeu a fazer contas aos 5 e, aos 9 era repreendido pela professora porque fazia as divisões usando uma lógica própria, diferente do método ensinado na escola. Estudou economia no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, sendo bolsista integral. Quando tinha 17 anos, os diretores do Banco Brascan disseram ter se surpreendido com sua capacidade lógico-matemática."(1)
O jovem sergipano, Carlos Mattheus, pobre estudante que estudou em escola pública, conseguiu um fato inédito em um dos melhores centros de formação da América Latina, o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, onde obteve os títulos de mestre e doutor em matemática com 19 anos de idade.
 Wolfgang Amadeus Mozart, aos 2 anos de idade, já executava, com facilidade, diversas peças para piano; dominava três idiomas (alemão, francês e latim) aos 3 anos; tirava sons maviosos do violino, aos 4 anos; apresentou-se ao público, pela primeira vez e já compunha minuetos aos 5 anos; escreveu sua primeira ópera, La finta semplice, com apenas 12 anos de idade. Paganini dava concertos, aos 9 anos, em Gênova, Itália. Pascal, aos 12 anos, sem livros e sem mestres, demonstrou trinta e duas proposições de geometria, do I Livro de Euclides; aos 16 anos, escreveu "Tratado sobre as cônicas" e, logo adiante, escreveu obras de Física e de Matemática. Allan Kardec, examinando a questão da genialidade, perguntou aos Benfeitores: - Como entender esse fenômeno? Eles então responderam que eram "lembranças do passado; progresso anterior da alma (...).”(2)
 Conhecendo e entendendo os mecanismos da reencarnação, tornam-se claras e explicáveis as emaranhadas investigações, que teimam em permanecer obscuras ante os apressados argumentos daqueles que não se dão ao trabalho de observar os fatos que a comprovam, mesmo porque, contra as evidências não há o que contra-argumentar.
A Física, a Genética, a Medicina e vários paradigmas da Psicologia vêm sendo convocadas para oferecer o contributo das suas análises. Os pesquisadoras Ian stevenson, Hemendra Nath Banerjee, Edite Fiore e outros, trouxeram resultados notáveis sobre a tese reencarnacionista. Estamos convictos de que, nos próximos vinte ou trinta anos, assistiremos a Academia de Ciência declarando esta importante constatação como, há dois mil anos, Jesus ensinou a Nicodemos: “É necessário nascer de novo”.
 O físico francês Patrick Drouot pesquisa a reencarnação com a autoridade de quem se formou na Universidade de Nancy e fez doutorado em física teórica pela conceituada Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque, e, ao presidir o Instituto de Pesquisas Físicas e da Consciência, em Paris, já tem catalogados mais de sete mil casos de regressão.
O professor de psicologia Erlandur Haraldsson, da Universidade de Iceland, e vários pesquisadores psiquiatras americanos revelaram, cientificamente, que a reencarnação é um fato consumado, graças aos processos de submersão no armazenamento psíquico das vidas anteriores, onde tudo está registrado. A cientista Hellen Wambach, que já fez 4500 pessoas regredirem na memória, fez pesquisa com uma senhora de 43 anos, cega de nascença, que descreveu ambientes da antiga Roma na época em que era esposa de um soldado. Ela foi capaz de falar, com toda precisão, das cadeiras, mesa, cama, das expressões faciais dos que a rodeavam, das luzes e das cores. Aliás, todos esses detalhes foram, historicamente, devidamente comprovados, segundo afirmou o Dr. James Pareyko, professor de Filosofia da Universidade Estadual de Chicago. Pareyko atesta que tal tipo de percepção numa pessoa que já nasceu sem enxergar é inexplicável sob o ponto de vista médico.
 Na máxima "nascer, morrer, renascer e progredir, incessantemente, tal é a lei", encontramos o mais arrazoado pensamento universal sobre o processo da evolução humana. É verdade!  Allan Kardec confirmou essa tese em “O Livro dos Espíritos”, declarando que somente com a Reencarnação entendemos melhor a Justiça de Deus e a Evolução da humanidade.

Fonte: http://www.gostodeler.com.br/materia/15793/Os%20supertalentos%20e%20a%20reencarna%C3%A7%C3%A3o.html

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Importância da Religião


        Os maiores pensadores do mundo defenderam a tese de que a religião é importante não somente para o entendimento metafísico, como tambem para o entendimento social  do ser humano.
       A despeito do materialismo e do ateísmo que foi defendido por boa parte dos pensadores, alguns entenderam que não se deve anular por completo a questão religiosa do ser humano.
       Para Albert Einstein, “A ciência sem religião é aleijada, a religião, sem ciência, é cega”. Em seus estudos, levou em consideração não apenas a ciência da experiência como também o ser humano como parte de uma conjuntura metafísica.Para Platão, “Quem elimina a religião elimina a todo e qualquer fundamento da sociedade humana”.  
       Assim para Platão a  idéia do Bem seria o centro da religião. A ciência seria o modo de explicação de uma coisa já existente. Seu culto essencial é representado pela ciência, a ciência seria a representação e, portanto, pela virtude que deriva necessariamente da ciência. Ao lado, e subordinadas a esta espécie de Deus supremo, estão as demais idéias, denominadas por Platão, “deuses eternos”. Entretanto, este absoluto - o Bem e as idéias - embora transcendente, espiritual e ético, não pode tornar-se objeto de religião, nem sequer da religião assim chamada natural, dadas a sua impersonalidades e inatividade a respeito do mundo.
       Ademais, é impossível ignorar o papel da religiosidade na cultura e da cultura na religiosidade. Ademais, a religião é como um espelho que mostra as vertentes da formação cultural de qualquer povo.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

SÍBOLOS

   

ATEORIA DO SÍMBOLO

            Os símbolos desempenham papel importante no campo da vida imaginativa, revelam os enigmas do inconsciente. Eles ultrapassam a dimensão puramente racional.
Precisamente os símbolos sempre se  constituem em linguagens, que assumem diferentes aspectos,dada a sua clara função de comunicar.
O dicionário Houaiss, entre outros, comenta a utilização do símbolo na antiga Grécia, o qual que serviria para reconhecimento entre amigos. Um objeto, poderia ser uma moeda, era dividido ao meio e cada parte ficaria sob a guarda de um deles. No futuro poderiam se reconhecer unindo as partes, ou mesmo seus familiares poderiam fazê-lo, o que garantiria o compromisso de hospitalidade.
A palavra símbolo carrega o significado de juntar, reunir, o símbolo é algo que reúne e que manifesta um sentido, ou sentidos, não perceptíveis de outro modo. Há algo invisível que se faz representar através do símbolo.


            Na definição de Sandner (1997) o símbolo pode ser definido como símbolo; “Qualquer coisa que pode funcionar como veículo para uma concepção. Essa coisa pode ser uma palavra, uma notação matemática, um ato, um gesto, um ritual, um sonho, uma obra de arte ou qualquer elemento capaz de comportar um conceito. Este pode ser de ordem racional e lingüística, imagética e intuitiva, ou referir-se aos sentimentos e valores. Isso não faz diferença. desde que o símbolo o comunique de modo eficiente. O conceito é o significado do símbolo. (p.22)


O dicionário de Sociologia relaciona à questão simbólica a função de resguardar e perpetuar a cultura. A humanidade se serviu de representações, sejam elas como sinais apenas ou como símbolos, desde a mais remota antiguidade. O próprio movimento  de criar cultura, é um movimento de criar representações e significados.


Jung amplia a idéia freudiana de inconsciente pessoal para a idéia de  inconsciente coletivo, coletivo no sentido de geral e não de social, o inconsciente pessoal é composto por lembranças que diferem entre os indivíduos, mas localiza Jung uma consciência comum ao conjunto de indivíduos, esta consciência é marcada pelas tendências ancestrais e inatas, e é neste inconsciente que se formam os arquétipos.


O pensamento simbólico  surge como a tomada de consciência primitiva de realidades interiores. Além da presença de simbolismo individual, particular  e superficial, existiria, então,  um simbolismo coletivo, comum à espécie humana. Para JUNG (1977) os símbolos apontam para direções diferentes das direções percebidas pela mente consciente, relacionam-se com coisas inconscientes ou então parcialmente conscientes. A forma científica lógica não possui os instrumentos completos para a leitura simbólica, a imaginação e a intuição são indispensáveis para o processo de entendimento desta  dimensão.
Para  Kast (1997) o símbolo se diferencia dos sinais, estes últimos tem significado fixado por meio de uma declaração, não possuem outros significados, não há nada encoberto, enquanto que o símbolo é enigmático e encobre uma multiplicidade de interpretações.
Vemos, portanto, que um sinal representa apenas um sentido, é algo fixo, rígido, como por exemplo o sinal de adição em uma operação matemática, enquanto que no símbolo coexistem inúmeros sentidos, por exemplo: o preto pode ser símbolo da obscuridade das origens, o estado inicial e não ainda manifesto , mas também pode significar a a morte, a passividade, etc.
Jung (1977) se debruçou sobre o estudo dos símbolos, inclusive dos símbolos religiosos. Na pesquisa do funcionamento da psique humana, percebeu que as manifestações do inconsciente, que poderiam se expressar através dos símbolos, traziam uma quantidade considerável de energia psíquica em forma condensada. Na busca da interpretação destes símbolos o indivíduo poderia traçar um percurso de maior compreensão de si mesmo. Para Jung, a origem da religião se explica por via naturalista, ou seja, pelo instinto religioso. Na psique humana, em sua camada mais profunda (ID), existe uma força que impulsiona o homem constantemente a Deus. (BIRK, 1998, p.71)


Porém, mesmo em sua interpretação, o símbolo permanece sempre um enigma. Em suas múltiplas possibilidades interpretativas ele sempre mostrará uma face enquanto esconde a outra. “Uma palavra ou uma imagem é simbólica quando implica alguma coisa além do seu significado manifesto e imediato. Esta palavra ou esta imagem têm um aspecto inconsciente mais amplo, que nunca é precisamente definido ou de todo explicado”
Fonte: http://www.assintec.org.br/index.php?system=news&news_id=193&action=read